Gente como a gente?

Cacique, Sherlock e Ginga. Foram três os cachorros com os quais troquei cuidados e chamegos, ao longo desta long and winding road existencial.

Quando criança, não tínhamos cães em casa. Papai não gostava. Beirava ojeriza, herdada de vovô Jesus. Tenho para mim que meu avô enxergava nos animais de rabo inquieto – à época chamados de domésticos, a subserviência, submissão e fidelidade incondicional que desprezava nos humanos. Vovô era linha dura; não admitia transbordar de sentimentos, não condescendia com fraquezas, não perdoava inseguranças. Tinham-no como comunista. Não era. Viveu, apenas, adiante do seu tempo. Imagina que ainda na primeira metade do século passado, praticava a hoje corriqueira participação funcional nos lucros de seus negócios! O conservadorismo o perseguiu pela ousadia. Fê-lo amargo, apesar da trajetória de self-made-man de sucesso. Foi um homem extraordinário, um empreendedor arrojado, nacionalista, anticlerical intransigente e….. Difícil.

Éramos vizinhos do outro avô, o materno. O oposto. Uma doçura. Éramos loucos por ele. Largava escritório, afazeres, tudo, em meio de semana, para levar os netos pequenos para nos esbaldar, na praia. Na casa dele tinha cachorro. Um pastor alemão. Cacique. Brabo que só, menos conosco. Aí virava anjo da guarda.

Já Sherlock foi só meu. Um cocker spaniel. Engraçado, não lembro como foi parar no meu colo. Mas lembro que entrou na minha vida junto com meu primeiro carro. Um fusca. Vivíamos a bordo, acima e abaixo. Me acompanhava até às aulas da faculdade. Eu, Obelix. O fusca, Asterix. Sherlock. Ideafix.

Ginga era uma rotweiler. Troncuda e ciumenta. Foi minha guarda-costas feroz quando morei em Brasília, em meu início dos trinta. Morávamos num sítio. Às vezes, eu dormia na rede armada na varanda da casa. Ela passava a noite inteirinha em alerta, ali colada, as orelhas empinadas. Nunca mais me senti tão protegido quanto a seu lado.

Não tive mais um pet para chamar de meu. Minha vida, ora aqui, ora acolá, não permitiu.

Mas percebo, com uma ponta de apreensão, o rumo trilhado nos últimos anos pela relação entre animais de estimação e seus donos. Digo, tutores (deixou de ser politicamente correto encarar pets como propriedade), companheiros e, até, “filhos”.

Alguns chamam esse fenômeno de humanização de cães e gatos. É cada vez mais frequente cruzar com gente que trata seu pet como… Gente. Guarda-roupas com modelos de grife, jóias, comida gourmet… É fenômeno típico de grandes cidades, como Sampaulo.

A metrópole não é fácil. A violência urbana é café pequeno diante da concorrência profissional, da insegurança afetiva, das disputas entre vizinhos… Inveja, ganância, ciúme e intolerância de toda espécie já são regra, na urbe.

Tenho o hábito, desde muito novo, de beijar a mão das mulheres. É meu jeito old fashioned de demonstrar simpatia, cordialidade, gentileza. De uns anos para cá, quando seguro a mão de uma interlocutora – seja vendedora de loja, recepcionista de consultório, gerente de banco, contato profissional… – elas até retribuem o cumprimento. Mas quanto curvo a cabeça na direção do beija mão, puxam-na, acuadas. E olham feio, como que repreendendo a “intimidade”. Recentemente aconteceu numa ocasião social, com uma amiga de amigos meus.

Paulistanos ergueram fossos e muros em torno de si. Pés atrás, em constante alerta.

Só baixam a guarda com seus pets. Sobrou para eles a exclusividade da confiança, do afeto, do amor. Descarregam em cães e gatos a purgação de suas frustrações com os humanos. Por conta disso, não raro ultrapassam as fronteiras do razoável. Levando-os para passear em carrinhos de bebê de luxo, por exemplo. Ou perfumando-os com essências que, na melhor das hipóteses, bem não fazem à acuidade de seus faros aguçados.

O buraco do cuidar bem de companheiros de quatro patas é mais embaixo. Garantir-lhes bem-estar, conforto e qualidade de vida é mais do que aceitável. É obrigação. É mais que justa retribuição às alegrias que nos proporcionam.

Garantindo-lhes alimentação decente, por exemplo.

Uma das tendências que ganha cada vez mais força nos cuidados com pets, atualmente, é a opção pela comida natural. No lugar das rações industriais.

Até pouco tempo atrás, cachorros e gatos comiam restos da nossa comida. Ou se lhes preparava uma mistura caseira de proteínas, cereais e legumes. Daí nos convenceram que as rações eram mais adequadas, práticas e baratas. É claro que todo mundo adotou a novidade.

Até anunciarem que não é bem assim.

Não são poucos os veterinários e nutrólogos de cães e gatos que relacionam esses compostos fabris (de farinhas de proteínas – descartados para os humanos – com complexos vitamínicos) a um sem número de doenças. Inclusive câncer, que praticamente não existia e hoje já representa uma das grandes causas de morte precoce dos animais. E recomendam marcha-à-ré nos hábitos alimentares de cães e gatos.

Há alguns anos, Bento, um bernese e um dos cachorros de Fabiana Barruffini – engenheira e ex-operadora do mercado financeiro, inclusive em Nova York – padeceu de enfermidade a que nenhum tratamento curava. Aquilo virou uma angústia. O animal piorando, a pelugem deteriorando, evidenciando o sofrimento. Na busca de um lenitivo, Fabiana descobriu a alimentação natural, através da nutricionista Sylvia Angélico.

Não demorou até que a nova dieta – preparada com ingredientes naturais (carne, cereais, legumes, frutas, como antigamente, só que de maneira planejada, equilibrada) fizesse efeito. O cão logo ficou melhor do que bom, digo, melhor do que antes. Sua aparência ganhou um viço novo. A disposição e o comportamento nunca haviam sido tão animados.

Fabiana ficou entusiasmadíssima. Em pouco tempo, trocou a atividade profissional de anos pela abertura de um pet-shop diferenciado. Com tudo que um bom pet-shop oferece. Inclusive banho e tosa. Só que com um foco pioneiro: alimentação natural. Nascia o MOM Cães & Gatos & Voce.

Fabiana Barruffini e seus cachorros, fachada da MOM e Sylvia Angélico, do blog Animal Verde.

Fabiana Barruffini e seus cachorros, fachada da MOM
e Sylvia Angélico, do blog Cachorro Verde.

A loja, na avenida Hélio Pellegrino – um pouco antes da avenida Santo Amaro para quem vem da avenida República do Líbano,  entre a Vila Nova Conceição e o bairro de Indianápolis – é um encanto. Atraente desde a fachada que reproduz, com pedaços de tubos flexíveis (desses usados para embutir fiação elétrica), os pelos de um pet.

Interior da MOM, com produtos pitoresco como a goma para limpeza dos dentes e área de banho & tosa.

Interior da MOM, com produtos pitoresco como a goma para limpeza dos dentes
e área de banho & tosa.

Além de brinquedos, artigos de higiene, camas, mantas, caixas e que tais, chamam a atenção na MOM os produtos alimentícios. Inclusive rações! Só que naturais. Um pouquinho mais caras e com prazo de validade menor, já que produzidas com ingredientes naturais e balanceados. Além de “pratos” prontos, com cardápios que despertam o apetite até da gente.

Entre os alimentos vendidos na MOM, rações confiáveis e refeições prontas, congeladas.

Entre os alimentos vendidos na MOM, rações confiáveis e refeições prontas, congeladas.

Mas sem o exagero – como eu já vi – de salmão com molho de camarão, filé de cordeiro com funghi e absurdos assim.

A loja conta, ainda, com consultórios veterinários e nutricionais. Um deles da Dra. Sylvia (lembra, a nutricionista que salvou o cachorro de Fabiana?). Sylvia Angélico é veterinária. Além dessa consultoria com hora marcada, mantém um blog de nutrição animal, o Cachorro Verde.

Aproveitei uma ida à MOM para perguntar sobre uma iniciativa da qual já ouvira falar – e para a qual eu torcera o nariz, preconceituosamente, imaginando tratar-se de uma dessas humanizações inaceitáveis de pets via gourmetização, a Cãolinária. Fabiana não poupou elogios ao trabalho das “meninas”.

As tais meninas são Renata Ferraz e Fernanda Seiffert. Dog-chefs? Cat-culinaristas? Chamem como quiser. O que elas fazem é elaborar cardápios a partir da orientação de veterinários – assim como nós, cães e gatos sofrem uma série de distúrbios (diabetes, cardiopatias, etc) que lhes exige dietas individualizadas. E, mesmo pets saudáveis, devem obedecer a preceitos alimentares – de acordo com porte, raça, etc.

Fernanda, Renata e uma mesa de festa canina com petiscos preparado na Cãolinária.

Fernanda, Renata e uma mesa de festa canina com petiscos preparado na Cãolinária.

Renata e Fernanda elaboram cardápios individualizados, ensinam a prepara-los ou, se for o caso, já entregam as “quentinhas” prontas em porções separadas por refeição, por dia… E também petiscos, saudáveis e naturais. As gulodices fora-de-hora que eles – como nós – adoram.

Cardápios preparados por Renata e Fernanda. E a "quentinha" da Cãolinária.

Cardápios preparados por Renata e Fernanda. E a “quentinha” da Cãolinária.

Eu vi o entusiasmo e o apetite de cachorros diante das cumbucas cãolinárias. Chega dá um aperto no coração ao pensar nos pets tratados com ração industrial, por mais amaciadas com água morna que sejam…. Até porque não é só de prazer que estamos falando. É de saúde.

Chuvisco, antes e depois de adotar a alimentação natural preparada pela Cãolinária

Chuvisco, antes e depois de adotar a alimentação natural preparada pela Cãolinária

Conheci um vira-lata encantador, o Fumacinha, que sofria de uma irritação na pele crônica, típica de intoxicação alimentar Depois que adotou o cardápio das meninas, parece outro cachorro. Sem recorrer a qualquer medicação!

Fernanda me ensinou – vai a dica – a nunca cozinhar ossos. Crus, mesmo de frango, não representam perigo. Os pets sabem, institivamente, como se proteger deles. Já quando cozidos, viram um risco por ficarem – mesmo que não percebamos – fragilizados.

A Cãolinária mantém um canal no YouTube com aulas de preparo e sugestões para a alimentação de cães e gatos.

Agora um dos serviços para pets que mais prometem crescer no futuro são os day cares, ou creches – como “papais” e mamães” costumam chamá-los.

O casal Ricardo e Késsia Giannico sentiram a necessidade de um serviço desses quando precisaram de um lugar para deixar Jack, seu golden retriever. Não encontraram nada legal, na região da Moóca. E decidiram adaptar uma casa bem home sweet home, com quintal, árvore e piscina, no final da rua Professor Oliveira Fausto (paralela à rua do Oratório), quase rua Barretos, em frente à pracinha. Convocaram a cunhada Carla para ajuda-los e ali instalaram a Kaza Dog. Além de diárias, aceitam cachorros para estadias mais longas, funcionando como hotel.

Na Kasa Dog, a vida é uma festa. Quando chega a hora da piscina, então...

Na Kaza Dog, a vida é uma festa. Quando chega a hora da piscina, então…

Nada de canil, baias, todos juntos e misturados, brincando na maior alegria. Inclusive na piscina de recreação, que a cachorrada adora. É brincadeira e exercício o dia todo. No final da tarde, passam todos por higienização (não é banho! É mais asseio, make up….) para voltar para casa limpos e arrumados.

Tem clientela diária, algumas vezes por semana, eventual…

Camila, grávida de Pedro, observada por sua collie border Sher

Camila, grávida de Pedro,
observada por sua collie border Sher

Camila, dona de uma linda collie border, a Sher, deixa sua cadela lá todos os dias enquanto vai trabalhar. Precisa ver ela falando do cuidado da Sher enquanto ela e o marido estavam grávidos de Pedro… Ela diz que “somos muito felizes na Kaza”. Quando pergunto quem, ela responde: “eu, meu marido e a Sher”. E arremata: “precisa ver a alegria dela quando chega lá todas as manhãs, abanando o rabo, na maior excitação e pressa de entrar”.

Quer saber? A gente sente a felicidade da molecada de quatro patas lá dentro. Não tem luxo, até porque quem gosta de frescura é outra raça animal: a das peruas. Não cachorro.

Fernanda e Renata, da Cãolinária, falam muito bem de outro day care, outra “creche”, a Clubinho do Pet, em Higienópolis. Não conheço, mas com uma indicação destas…. Lá, tem serviço completo. Além de diárias, também oferecem hospedagem de maior duração. Com leva e traz e tudo. E pet shop, banho & tosa, veterinário… Fica a dica para quem mora pelas bandas de lá.

E já que estamos falando de estadias e afins, deixa eu contar um serviço que descobri recentemente. Sabe o airbnb, aquele site que é tipo o uber da hospedagem? Que aluga apartamentos, em vez de hotel, como opção mais “em Roma como os romanos” quando se viaja? Já existe o airbnb dos cachorros! Só que é para deixar seu animal quando você viaja. Na casa de alguém que pratica com desvelo o I love Pet. Chama-se Dog Hero. Sampaulo já tem centenas de tutores adotivos cadastrados. É só colocar sua localização e, num mapa das redondezas, aparecem as opções de com quem deixar seu cachorro. E você pode visitar virtualmente cada um e escolher. Legal, né? Mais uma opção…

Estou adiando, adianto, mas chegou a hora de encarar o drama: doença ou acidente. E o tratamento de seu amigo querido, canino ou felino.

Não sei se você sabe, mas existe – e nem é tão novidade assim – plano de saúde para cachorros e gatos. Um dos maiores – se não for o maior – é o Health for Pet, que hoje faz parte da gigante Porto Seguro, E também é comercializado pela Sul América. É o único que é aceito pelo Einstein, digo, o “Einstein dos cachorros”: o Pet Care.

Carla Berl, a fachada do Pet Care, (no Morumbi) e a recepção da unidade Ibirapuera

Carla Berl, a fachada do Pet Care (no Morumbi) e a recepção da unidade Ibirapuera

Carla Berl, uma veterinária empreendedora e idealista, abriu a clínica há mais de vinte anos. Desde o início, seu projeto era muito maior, mais arrojado, mais avançado do que tudo o que se conhecia em terapia canina. Seu foco eram os equipamentos mais avançados de medicina diagnóstica, cirúrgica, intensiva. Estava constantemente ligada no que se pesquisava e praticava em centros avançados, principalmente nos Estados Unidos. Foram mais de duas décadas se equipando, instrumentalizando e cercando dos médicos que mais se destacavam.

Deu no que deu.

Cenas do dia-a-dia de um hospital veterinário de excelência, o Pet Care. Inclusive Laboratório, UTI, Fisioterapia, Ultrassom... E o trabalho de gente apaixonada pelo que faz.

Cenas do dia-a-dia de um hospital veterinário de excelência, o Pet Care.
Inclusive Laboratório, UTI, Fisioterapia, Ultrassom…
E o trabalho de gente apaixonada pelo que faz.

O Pet Care, hoje, além de maior hospital veterinário ao sul do Rio Grande (divisa icônica dos Estados Unidos com o México), é centro de referência de reputação mundial. Aqui, em Sampaulo. O centro cirúrgico não nega fogo, qualquer que seja o procedimento. A UTI dá inveja a hospitais humanos. Veterinários almejam integrar a equipe do Pet Care, como alavanca de up-grade profissional. Tudo isso, em quatro unidades distribuídas nos pontos cardeais da cidade: Morumbi, Ibirapuera, Tatuapé e Pacaembu.

É pouco? Quer mais?

Juliana e Mayra, no centro de medicina genética avançada Stem Pet

Dras. Juliana e Mayra, no centro
de medicina genética avançada Stem Pet

Nas dependências do Pet Care funciona o laboratório de medicina genética avançada Stem Pet, das biólogas Juliana Plat Gomes e Mayra Pelatti, desenvolvendo terapia a base de célula tronco para tratamento de doenças renais crônicas, doenças ortopédicas e outras patologias que até recentemente eram, apenas, paliativizadas. E ainda são, já que os procedimentos apenas começam a ser aplicados. Via centros de excelência globais, como o Stem Pet e o Pet Care.

E não para por aí. Logo, logo, a sede original do hospital, na avenida Giovani Gronchi, esquina com a rua João Avelino Pinho Mellão, cerca de um quilômetro adiante do Estádio do Morumbi (não muito distante, portanto, do centro de referência médica dos humanos, o Hospital Albert Einstein do qual herdou o epíteto de “Einstein dos cachorros”), ganhará um novo edifício. Um centro oncológico que também promete se transformar em referência.

2016-02-29 14.23.57Para facilitar a vida da clientela, o Pet Care Morumbi conta, ainda, com serviços de banho & tosa e um pet shop, com mimos adoráveis. Inclusive um tapete que resfria, ao contato; de dar inveja até aos humanos nestes dias quentes…

Não é à toa que o Pet Care atende pacientes vindos do Brasil inteiro e de nossos vizinhos latino-americanos.

Desculpa aí se essa descrição ficou com jeitão baba ovo. Mas é que não tem como não se entusiasmar com as conquistas proporcionados pelo hospital de Carla Berl. São ganhos em sobrevida digna para cães e gatos. Entes animais queridos por seus entes humanos com quem estabelecem mútua dependência afetiva.

Foi circulando pelo Pet Care que eu me toquei que os médicos humanos podem ser idealistas vocacionados, mas não raro encaram a medicina como atividade profissional que lhes proporciona status social, prestígio. Ao observar a relação dos veterinários do hospital com seus pet pacientes, percebi que estes são movidos exclusivamente a paixão.

Agora se o seu cachorro está saudável – ou apenas estressado como qualquer sampaulistano, relaxe. E a melhor forma de alcançar isso é uma boa massagem. E massagem canina é a expertise de Themis Kogitzki, da Anima Therapy. Além de uma fieira de diplomas e certificados relacionados a questões caninas, de alimentação a atividades esportivas – Themis especializou-se em massoterapia para cachorros nos Estados Unidos (na Chicago School of Canine Massage) e em Londres (mioterapia canina no Galen Therapy Centre). Por isso, além de relaxamento, está habilitada a cuidar de cães com lesões musculares, em reabilitação cirúrgica, com hiper ou hipotrofia muscular, alívio geriátrico…

Themis atende a pet clientela de sua Anima Therapy em domicílio. Eles – como nós – adoram esse mimo. Só pede agendamento com prazo para conciliar seus deslocamentos através da complicada mobilidade urbana de Sampaulo.

Themis, da AnimaTherapy - massagem em domicílio e cursos de massoterapia canina

Themis Kogitzki, da AnimaTherapy – massagem e cursos de massoterapia canina

E Themis oferece cursos – em Sampaulo e alhures (em breve estará no Rio Grande do Norte, ministrando um) – sempre concorridos. Para donos e pessoas que queiram se profissionalizar.

Finalmente, lembra a pergunta do título deste post? Há alguns muitos anos, um Ministro de Estado (do governo Collor) teve seu carro oficial flagrado transportando o cachorro da família para o veterinário ou sei lá para onde (vem de longe…). E saiu-se com uma desculpa que marcou o anedotário político brasiliense: “cachorro também é gente”. Não! Cachorro não é gente. Gente que é gente não trata cachorro como gente.

Por outro lado, não retribuir com desvelo o cuidado e o carinho com que somos tratados por nossos pets, também não é coisa decente, de gente.

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Li, na Stem Pet: Um cão abana o rabo com o coração.

Ofereço este post a todos os que recolhem, adotam e cuidam de animais abandonados.
E a quem promove essa atitude.